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Debater com a comunidade internacional possibilidades e limitações na garantia do direito à saúde pública assegurado no Brasil pela Constituição Federal. Este é o objetivo do Encontro Internacional de Direito à Saúde, Cobertura Universal e Integralidade Possível promovido pela Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG).

Modelos de saúde pública adotado em outros países serão discutidos a fim de aprimorar o sistema de saúde pública no Brasil, gerenciado pelo Sistema Único de Saúde – SUS. Durante o evento serão apresentados modelos como o presente na Coreia do Sul, que tem seu sistema financiado por contribuições tributárias (85%) e subsídios governamentais (15%). No país asiático, 20 a 30% do valor dos procedimentos são repassados ao paciente.

Já no Chile, país também representado, o modelo adotado prioriza a atenção primária para epidemias e para construção de um departamento estatístico. No país da América do Sul, doenças raras ficaram fora das prioridades.

O Brasil possui sistema de saúde gratuito e acessível à população. Gerenciado pelo SUS, criado há 26 anos, o modelo de saúde pública brasileiro é referência em campanhas de vacinação e distribuição de medicamentos para doenças crônicas.

Durante o intercâmbio de experiências, especialistas e representantes de vários países serão ouvidos. Entre os brasileiros estarão presentes o ex-ministro da saúde, José Gomes Temporão e a advogada da União, Mariana Filchtiner Figueiredo. Entre os estrangeiros, destaca-se, o diretor-geral da Junta Nacional de Saúde do Uruguai, Arturo Echevarría. O evento acontecerá entre os dias 17 e 19 de novembro no Teatro Granada do Minascentro em Belo Horizonte (Avenida Guajajaras, 1.022, Centro).