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Representantes do PMDB e do PT estiveram reunidos na manhã de quarta-feira, dia 05 de fevereiro, para tratar de assuntos referentes à Conferência Municipal de Política Urbana de Belo Horizonte que ocorre teve início ontem, dia 3 de fevereiro e a vai até o dia 24 de maio.
Participaram da reunião o secretário-geral do PT de Belo Horizonte, Geraldo Arcoverde, o secretário de Movimentos Populares, Marco Aurélio, o presidente nacional do PMDB Afro, Vanderlei Lourenço, a secretária-geral do PMDB Afro de Minas Gerais, Cacilda Carvalho, o presidente do PMDB Jovem de Belo Horizonte, Hélio Jorge, acompanhado de Laíssa e Jeferson dos Santos (Totó).

Geraldo Arcoverde fez uma exposição dos fatos referentes à convocação, pela Prefeitura de Belo Horizonte, da Conferência Municipal de Política Urbana, ressaltando o caráter antidemocrático que vem sendo adotado pela Prefeitura, restringindo a participação popular. Ressaltou que alguns partidos e movimentos sociais já estão se mobilizando no sentido de exigir maior participação no processo.

Existem profundas divergências no encaminhamento de projetos de desenvolvimento urbano e reordenamento dos espaços da cidade. Tendo em vista que a conferência tem como sua instância máxima de deliberação o plenário e considerando-se a disposição do executivo municipal de não permitir a apresentação de propostas de alteração e apreciação do regimento, bem como a restrição na composição dos delegados à conferência, os presentes concordaram que faz-se necessária uma atuação conjunta de mobilização para que a população possa estar devidamente representada.

Os presentes concordam que é extremamente relevante para a cidade a discussão de temas como a Operação Urbana Consorciada – “Nova BH”, diante de seus impactos, adensamento e verticalização de dois eixos que envolvem 58 bairros e milhares de pessoas, projeto divulgado pela mídia e cuja discussão pública na Conferência foi negada pela administração municipal.

Assim, deliberaram por trabalhar em conjunto em um esforço de mobilização, visando, principalmente, a ampla participação popular e das entidades da sociedade civil na Conferência.