Comissão de Segurança Pública analisa proposições

O deputado Cabo Júlio (PMDB) utilizou, na reunião plenária desta terça-feira (10), a tribuna da Assembleia Legislativa para se posicionar contra a remoção da delegacia regional do Barreiro, uma das nove regiões administrativas de Belo Horizonte. Segundo o parlamentar, a decisão da Polícia Civil em retirar de lá a delegacia, que atende cerca de 550 mil habitantes e transferi-la para o Buritis, na região oeste da capital, tem incomodado os moradores. “Durante a noite, somente três delegacias funcionam em Belo Horizonte. A do Barreiro é uma delas. Nós vamos intervir junto ao governo do estado para impedir que isso aconteça”, afirmou.

O parlamentar comentou ainda sobre a reunião realizada entre as associações de representação da Polícia Militar de Minas Gerais e o governador Fernando Pimentel, nesta segunda-feira. Cabo Júlio destacou que esta foi a primeira vez que o governo se reuniu com todas as entidades representativas da categoria. Na ocasião, foram apresentadas ao governador dez reivindicações. O parlamentar lembra que algumas já foram atendias pelo Executivo. “Os policiais solicitaram ao governador que não enviasse à Assembleia nenhum projeto que modificasse a estrutura previdenciária dos militares, pedido que foi atendido”, disse.

Além do deputado Cabo Júlio, estiveram no encontro representantes da Associação dos Praças Policiais e Bombeiros Militares de Minas Gerais (Aspra/PMBM); do Centro Social de Cabos e Soldados da Polícia Militar de Minas Gerais (CSCS PM/CBM-MG); da União dos Militares de Minas Gerais (UMMG); da Associação dos Servidores do Corpo de Bombeiros e Polícia Militar de Minas Gerais (Ascobom); da Associação dos Oficiais da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais (AOPMBM) e do Clube dos Oficiais da Polícia Militar de Minas Gerais (COPM). Ao final, Cabo Júlio considerou positivo o resultado da reunião. “As reivindicações, que foram recebidas pelo governo, serão analisadas e respondidas. Temos agora um canal aberto entre as entidades e o Estado, algo que nunca tivemos antes”, concluiu o parlamentar.